sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Israel hoje

O Estado de Israel chegou aos 60 anos de fundação, em maio de 2008, tendo se tornado a mais di¬nâmica e moderna economia do Oriente Médio. Usando alta tecnologia, os israe¬lenses fizeram das áridas terras locais a base para uma agricultura de ponta. Sua indústria de informática e de telecomu¬nicações é avançada, bem como o setor financeiro, e o país possui um poderoso Exército. Desde 1948, o impulso ao avan¬ço econômico veio, sobretudo, de uma substancial ajuda dos Estados Unidos e, claro, de judeus que vivem em outras partes do globo. Uma população com elevado nível educacional completa o quadro que permitiu notável desenvol¬vimento nesse período.
Festas, shows, fogos de artifício e atos oficiais marcaram o sexagésimo aniversá¬rio de Israel. No Parlamento, em Jerusa¬lém, o convidado especial foi o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, que reafirmou o apoio de seu governo à luta de Israel contra os grupos que chamou de "terroristas". As festividades não escondem o fato, porém, de que os israelenses vivem há seis décadas em estado de permanente tensão, tal como seus vizinhos palestinos.

Protestos

Manifestações de caráter oposto, a pou¬cas dezenas de quilômetros, mostram o abismo que continua existindo entre israelenses e palestinos. Referindo-se à fundação de Israel, os palestinos reali¬zaram protestos contra o que chamam de ndkba, ou "catástrofe". Pois o surgimento do Estado judeu, no território histórico da Palestina, baniu de seus locais de vida milhares de árabes palestinos, que eram a maioria da população local.
Para marcar os 60 anos de "catástrofe", houve pás. Nos atos dos palestinos,.foram exibidas chaves, para afirmar que não se aceita a expulsão de centenas de milhares deles de sua casa. Em Ramallah, onde fica a sede da Autoridade Nacional Palestina (ANP), cartazes continham o nome de mais de 500 vilas destruídas.
Os palestinos levantaram, nos atos, aquela que é uma das principais bandeiras de seu movimento: o direito ao retorno dos que foram expulsos. Logo após a criação de Is¬rael, em 1948, mais de 700 mil palestinos tornaram-se refugiados. Outra grande onda de expulsões ocorreu após a Guerra dos Seis Dias (1967), quando 500 mil palestinos tiveram de abandonar suas casas e vilas. Atualmente, esses refugiados, mais os filhos e netos, somam cerca de 4,6 milhões de pessoas, segundo as Nações Unidas (ONU). É um enorme contingente que vive em con¬dições precárias, em campos de refugiados super populosos, nos quais são altos os índi¬ces de desemprego e de pobreza.
Eles pedem o retorno à antiga casa e a devolução de suas posses. O governo is¬raelense não aceita negociar a volta dessa população, pois o eventual regresso poderia colocar em xeque a existência de Israel. A falta de solução para o problema agrava a animosidade entre-os próprios palestinos, pois uma parte entende que negociar com Israel sem tocar nesse ponto é abandonar os refugiados à própria sorte.

Movimento sionista

Israel tem origem no movimento sionista, surgido na Europa, no fim do século XIX, com o objetivo de estabelecer um "lar nacio¬nal" para o povo judeu. Chegou-se, depois, à idéia de formá-la na Palestina, de onde os judeus haviam sido expulsos na Antigüi¬dade. A primeira colônia agrícola judaica instalada na Palestina data de 1909.
Após a I Guerra Mundial, em 1920, os britânicos passaram a administrar formal¬mente a Palestina. Pouco antes, eles haviam se comprometido com o projeto sionista por via da Declaração Balfour. A maioria árabe convivia, na época, em situação de relativa paz com as pequenas comunidades judaicas. Líderes sionistas e árabes chega¬ram a elaborar, em 1922, uma proposta de Estado único, com liberdade religiosa: tanto muçulmanos quanto judeus poderiam seguir sua fé e todas os povos teriam direito à participação política, Essa, porém, não era a política do Império britânico, que, visando estabilizar seu domínio na região, agiu para opor os povos.
Na década de 1930, a ascensão do nazis¬mo e a perseguição aos judeus na Europa intensificaram a migração judaica para a região. Nessa época, começaram violentos conflitos entre judeus e árabes palestinos. O massacre de 6 milhões de judeus nos campos de concentração nazistas durante a II Guerra Mundial faz crescer o apoio da comunidade internacional à criação de um Estado judaico.
Em 1947, a ONU aprovou a divisão da Palestina em um Estado árabe e outro judeu. Os árabes não concordaram com o plano. O Estado de Israel foi proclamado em 1948, mas Egito, Líbano, Jordânia, Síria e Iraque se opuseram, o que deu início à Guerra de Independência, encerrada em 1949. Como resultado do conflito, cerca de 700 mil palestinos tiveram de se refugiar na Cisjordânia, em Gaza ou migrar para os países árabes. Em seguida, o Egito in-corporou a Faixa de Gaza, enquanto a Jordânia recebeu Jerusalém Oriental e a Cisjordânia. Em conseqüência, os palesti¬nos ficaram sem nenhum território.
A resistência palestina passou a ter ex¬pressão política em 1964, com a fundação da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), depois presidida por Yasscr Arafat. Em 1967, Israel ocupou a Faixa de Gaza, o Sinai (nas fronteiras do Egito), as Colinas de Golã (na Síria), Jerusalém Oriental e a Cisjordânia (na Jordânia) (veja os mapas aci¬ma). O rápido conflito, chamado de Guerra dos Seis Dias, obrigou mais uma vez 500 mil palestinos a fugir para os países vizinhos.
Em 1973, na Guerra do Yom Kipur (Dia do Perdão), tropas do Egito e da Síria atacaram de surpresa a península do Si¬nai e as Colinas de Golã, na tentativa de reconquistar os territórios perdidos em 1967, mas foram derrotadas. Resoluções da ONU determinaram a devolução das áreas ocupadas, o que Israel não aceitou. Ao contrário: a partir de 1977, começou a expandir as colônias israelenses em territórios árabes ocupados.
O Sinai foi devolvido ao Egito em 1982, a partir dos acordos de Camp David (1978-1979), feitos entre o então presidente egípcio, Anuar Sadat, e o primeiro-mi¬nistro israelense, Menahem Begin, com a mediação do presidente norte-americano Jimmy Carter. Os demais territórios ocu¬pados em 1967 ainda permanecem nas mãos dos israelenses.

Intifada, a resistência palestina

A população palestina, porém, nunca se conformou com sua situação precária. Em 1987, teve início a Intifada ("levante"), rebelião nos territórios árabes e no setor árabe de Jerusalém, duramente reprimi¬da pelo Exército de Israel.
A tensão entre os dois lados cresceu nos anos seguintes, mas, em 1993, houve uma mudança significativa: foi assinado o Acordo de Oslo, que previa a devolução gradativa da Faixa de Gaza e da Cisjordânia aos palestinos, para que montassem nesses territórios um governo com relativa autonomia, chama¬do de Autoridade Nacional Palestina (ANP). Yasser Arafat, retornou do exílio e foi eleito presidente da ANP, em 1996.
Um novo agravamento do conflito ocorreu em 2000, quando o político e militar israelense Ariel Sharon, cercado por guarda-costas, andou pela Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém. O gesto simbólico, que afirmava a soberania is¬raelense sobre um local sagrado para o islamismo, revoltou milhares de muçul¬manos e levou ao início da 2a Intifada.
Sharon tornou-se primeiro-ministro de Israel em 2001. No ano seguinte, começou a construção de um muro de mais de 700 quilômetros que separa a população judaica e a árabe na Cisjordânia. Após a morte de Arafat, no fim de 2004, os palestinos elegeram como pre-sidente da ANP Mahmoud Abbas, político moderado e favorável a ampliar o entendi¬mento e a colaboração com os israelenses. Como Yasser Arafat, Abbas pertence ao Fatah, organização laica que liderou o mo¬vimento palestino de emancipação.
Em 2005, Sharon colocou em prática um plano unilateral de retirada de todos os 21 assentamentos judaicos da Faixa de Gaza e de quatro pequenas colônias no norte da Cisjordânia. Ao mesmo tempo, porém, avançou na consolidação da maior parte dos assentamentos na Cisjordânia - área muito maior e mais próspera que a minúscula Faixa de Gaza - e ampliou o isolamento das populações palestinas com a construção do muro. Sharon rejeitou qualquer discus¬são sobre a retirada dos grandes blocos de colônias na Cisjordânia, sobre o status de Jerusalém (reivindicada por Israel como sua capital, enquanto os palestinos querem fazer da parte oriental da cidade também a capital de seu futuro Estado) e sobre o retorno dos refugiados. Atualmente, Sharon encontra-se em coma e foi substituído pelo primeiro-ministro Ehud Olrnert

Vitória do Hamas

Nessa situação, o Hamas - movimento islâmico fundamentalista que defende o fim de Israel e faz oposição ao Fatah - obteve estrondosa vitória, em janeiro de 2006, nas eleições parlamentares palestinas. O resul¬tado eleitoral teve graves conseqüências. porque os EUA, a União Européia (ÜE) e Israel se recusaram a manter contatos com um governo chefiado por uma organização que consideram terrorista. Criou-se um impasse,
O Acordo de Oslo havia estabelecido que o governo israelense deveria trans¬ferir à ANP impostos e taxas cobrados dos produtos importados que chegam pelos portos de Israel em direção aos territórios palestinos. Israel deixou de repassar esses valores, como forma de asfixiar a ÁNP. Os EUA e a UE também suspenderam o envio de ajuda financeira aos palestinos, fundamental para a sobrevivência nos territórios.
O Hamas passou a ser pressionado inter¬nacionalmente a reconhecer Israel a abandonar a luta armada e a aceitar os acordos assinados anteriormente entre israelenses e palestinos. O grupo islâmico não concordou. Nesse cenário, deterioram-se as relações entre os próprios grupos políticos palestinos - com visões distintas sobre as relações com Israel. Os dois grupos passaram a se enfrentar militarmente. Depois de vários confrontos, a cisão consumou-se em junho de 2007. Em clima de guerra civil, o Hamas expulsou o Fatah da Faixa de Gaza, onde é majoritário, e passou a controlar a região. O Fatah manteve-se na Cisjordânia. onde Abbas constituiu um novo governe, sem c Hamas, logo reconhecido por IsraeL pelos EUA e pela União Européia.

Governo em crise

O atual governo israelense, dirigido pelo primeiro-ministro, Ehud Olmerr, mantém a ação militar contra os pales¬tinos, mas vive urna grave crise internas, O premiê é alvo de sérias acusações de corrupção. Para complicar sua situação, a ofensiva desencadeada em 2006 contra o Líbano, para atacar o grupo xiita Hezbollah, foi considerada um fracasso militar, o primeiro da história de Israel. Olmert tornou-se impopular, e seu go¬verno se sustenta de forma frágil.
Em novembro de 2007, o governo nor¬te-americano patrocinou uma conferên¬cia sobre o Oriente Médio em Annapolis (EUA), com a presença de Olmert, do palestino Abbas e de representantes de quase 50 países e organizações. No do¬cumento final do encontro, israelenses e palestinos se comprometeram a tentar fechar um acordo de paz, até o fim de 2008, que assegure a existência de dois Estados, palestino e israelense, lado a lado. Bush quer chegar a esse resultado antes do término de seu mandato, em janeiro de 2009, mas as dificuldades são muito grandes.
Como forma de retaliação aos grupos radicais palestinos que arremessam fo¬guetes contra seu território, Israel bom¬bardeia constantemente a Faixa de Gaza e realiza incursões com seu Exército.
Em 2002, Israel iniciou a construção de um muro na Cisjordânia para separar as populações judaicas e árabes. A justificativa era impedir a entrada de terroristas em Is¬rael. Na prática, o muro levou à anexação de áreas palestinas
a Israel. Para piorar, a barreira impede a circulação normal de pessoas pela região (veja o mapa acima). Bairros e vilas ficam isolados uns dos outros, blo¬queados por enormes pá redes de concreto com cerca de 9 metros de altura.
A Assembléia Geral da ONU condenou, em 2004, a construção do muro. No mes¬mo ano, a Corte Internacional de Justiça considerou a barreira ilegal. Ainda assim, Israel prossegue com sua construção.
Ao muro, juntou-se uma rede de estradas e de aproximadamente 600 barreiras que fazem da Cisjordânia um emaranhado de caminhos nos quais o objetivo é evitar que judeus e palestinos tenham contato. Há estradas cujo acesso é proibido aos palestinos.Os trajetos feitos em poucos minutos pelas rodovias exclusivas dos israelenses podem levar horas nas estradas destinadas aos palestinos, nas quais há longos contornos, sucessivos postos de controle e de parada obrigatória. Nesses locais, os palestinos são rigorosamente revistados pelos soldados israelenses.
O palestino que quiser ir a Jerusalém, por exemplo, depois de passar por todos esses percalços, ainda terá de estacionar o carro e entrar a pé na cidade, onde os veículos palestinos (de placas verdes) estão proibi¬dos de circular. Nas comunidades árabes, essas obras receberam o nome de "muro do apartheid" e "estrada do apartheid" (referência ao regime de segregação racial que vigorou até o inicio dos anos 1990 na África do Sul contra a maioria negra).
Calcula-se que quase 600 palestinos, a maioria dos quais civis, tenham morrido em conseqüência desses ataques, entre junho de 2007 e junho de 2008.
Além disso, Israel impediu em vários momentos a remessa de suprimentos para Gaza. O bloqueio ao combustível uti¬lizado nos geradores de energia elétrica causou diversas interrupções de energia e provocou uma crise humanitária.
Em junho, sob intermediação do Egito, o Hamas e o governo de Israel chegaram a uma trégua de seis meses, durante os quais não haveria confrontos armados entre os dois lados. No entanto, o cessar-fogo é frágil, e não é certo que perdure no prazo previsto. Olmert buscou, ainda, estabelecer pontes com o Hezbollah, no Líbano, e com o governo sírio (ver boxe ao lado), procurando, dessa forma, diminuir a pressão sobre Israel.

Israel hoje
Aos 60 anos, Israel enfrenta inúmeros desafios. O país havia se comprometido, anteriormente, a não criar mais assenta¬mentos na Cisjordânia. Como essa região, segundo o Acordo de Oslo, seria parte do futuro Estado palestino, ficou acertado que não ocorreria a instalação de outras colônias israelenses. No entanto, cons¬truções continuam a ser anunciadas. O próprio governo dos Estados Unidos, o principal aliado de Israel, critica o go¬verno Olmert por isso.
Além de não admitir a possibilidade de volta dos 4,6 milhões de refugiados palestinos, Israel tem outras preocu¬pações de ordem demográfica. De sua população de 7 milhões de habitantes, cerca de 20% são árabes-ísraelenses - palestinos que viviam no território
onde foi instalado Israel e ali perma¬neceram. Como a taxa de fertilidade dos árabes é superior à dos judeus, isso aponta para o crescimento da população árabe dentro do Estado de Israel,
A economia israelense segue muito bem, mas o mesmo não se pode dizer de sua situação social. Segundo o Banco Mundial, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) israelense foi de 5,2% em 2005. Tudo indica que essa tendência se mantenha. Por outro lado, estima-se que quase 25% da população viva abaixo da linha de pobreza. Entre os árabes, porém, esse índice é bem maior, chegando a quase 55%.

Tentativa de acordo com a Síria

O território sírio das Colinas de Golã, área estratégica elevada na fronteira norte de Israel, foi ocupado pelos israelenses na Guer¬ra dos Seis Dias (1967) e anexado unílateralmente em 1981. Situam-se aí nascentes de rios, entre as quais a do Jordão, o mais importante dessa região desértica. Israel construiu colônias judaicas em Golã, e a Síria, para pressionar por sua devolução, dá apoio ao grupo guerrilheiro islâmico Hezbollah, que, do Líbano, ataca o norte israelense.
Várias negociações para a entrega das Colinas de Golã tiveram início, mas os dois países não chegaram a um acordo sobre a desmilitarização da região e o domínio das fontes de água. Israel exige controlara área próxima às nascentes.
Depois que os EUA ocuparam o Iraque, a Síria foi acusada, pelo governo de George W. Bush.de produzir armas químicas e abrigar
fugitivos iraquianos ligados a Saddam Hussein. De fato, a Síria já está há anos na lista de países que, para os EUA, patrocinam o terrorismo. Os EU A acusaram o governo sírio de haver iniciado a construção de um reator nuclear com fins militares, com o apoio da Coréia do Norte. A instalação acabou des¬truída, em setembro de 2007, pela aviação israelense. O governo sírio afirma que as acu¬sações são "ridículas" e que o local atingido era um prédio militar abandonado.
Em maio de 2008, anuncia-se que Israel e Síria negociarão um acordo de paz amplo, intermediado pela Turquia, que poderia abranger a devolução das Colinas de Golã. O governo israelense, de seu lado, exige do regime sírio que interrompa o apoio ao Ha¬mas e ao Hezbollah e rompa com o governo do Irã. Analistas avaliam que essas condições são muito difíceis de ser aceitas.

VOCABULÁRIO DO JORNALISMO ISRAELENSE

(...) Minha entrevista seguinte foi no waHa.com, o site mais popular de Israel. Dessa vez, consegui o emprego e me tor¬nei correspondente do Walía no Oriente Médio. Logo entendi o que Tamar Liebes, diretor do Instituto Smart de Comuni¬cação da Universidade Hebraica de Jerusalém, quis dizer quando afirmou que "os jornalistas e editores se vêem como atores dentro do movimento sionista, e não como observadores críticos". (...)
Só há "nós" e "eles", as Forças de Defesa de Israel, FDI, e "o inimigo". (...)
Quando um incidente violento é rela¬tado, as FDI confirmam ou o Exército diz, mas os palestinos alegam: (...) "Os palestinos alegam que colonos israelenses os ameaçaram." Mas quem são os palestinos? (...) Por que tão raramente há um nome, um departamento, uma organização ou uma fonte dessa infor¬mação? Será porque isso lhe daria um aspecto mais confiável? (...)
As Forças de Defesa de Israel, tal com< são mostradas na mídia israelense, ter outra estranha capacidade: a de nunca iniciar ou decidir um ataque, nem de lançar urna operação. As FDI simplesmente respondem. Elas respondem aos foguetes Qassam, respondem aos ataques terroris¬tas, respondem à violência palestina. Isso torna tudo tão mais lógico e civilizado: as FDl são forçadas a lutar, a destruir casas, a balear palestinos e a matar 4.485 deles em sete anos, mas nenhum desses fatos é responsabilidade dos soldados. (...)
Yonatan íWendel - Revista Piauí, maio de 2008

Para saber mais leia: Atualidades vestibular 2009 – Ed. Abril

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Prof. Miguel